1. Uma diáspora mais próxima do país
Melhorar a informação, o diálogo e a participação entre os cidadãos no exterior e as instituições de São Tomé e Príncipe.
Candidato independente — círculo Europa
pela Diáspora de São Tomé e Príncipe na Europa
Integrado na lista do PCD · Legislativas 2026
5 no boletim de voto
“Viver fora não significa deixar o país para trás.”
Vídeo de apresentação
Quem sou
Sou Luisélio Salvaterra Pinto, santomense. Saí de São Tomé e Príncipe em 1993 para estudar e, desde então, mais de metade da minha vida foi construída fora do país. Nunca deixei de acompanhar, participar e procurar contribuir para o meu país.
Em Maio de 2025 tornei pública uma decisão que vinha a amadurecer: colocar parte da minha vida ao serviço do país através da acção política. Esta candidatura é um passo concreto dessa decisão.
Viver fora aumenta a distância física, mas não elimina a ligação. Candidatei-me porque representar a diáspora deve ser mais do que aparecer no momento das eleições: deve significar estar presente, ouvir, explicar, aproximar pessoas e instituições e prestar contas.
Quero ajudar a criar uma ponte entre a experiência e a capacidade que existem na diáspora e as necessidades concretas do país. Não me candidato contra uma região, um grupo, uma cor ou um partido — o país é o que importa.
Compromissos de representação
Toque em cada compromisso para ver o detalhe.
Não aparecer apenas no momento das eleições. Manter contacto regular com os cidadãos e estar disponível para ouvir.
Ouvir antes de formar posições sobre matérias que dizem respeito à diáspora e criar formas simples de participação.
Exercer a representação com respeito, verdade e sentido de serviço. Colocar o interesse do país acima de interesses pessoais, partidários ou de grupo.
Dizer com clareza que posição assumo, como cheguei a ela e porquê.
Informar regularmente sobre o trabalho realizado, as posições tomadas, os recursos utilizados, os resultados, os erros e as correcções.
Como pretendo actuar
as minhas áreas de trabalho
Melhorar a informação, o diálogo e a participação entre os cidadãos no exterior e as instituições de São Tomé e Príncipe.
Criar pontes para que conhecimento, experiência e redes existentes fora possam contribuir para necessidades concretas do país.
Manter contacto regular, levar preocupações ao espaço de decisão, explicar posições e permitir que os cidadãos acompanhem e escrutinem o trabalho realizado.
Assuntos que já estou a ouvir e a trabalhar com quem vive fora.
As ideias e os contributos da diáspora são ouvidos e levados ao espaço de decisão.
Uma questão de carácter
A política também é uma questão de carácter.
Para mim, representar significa servir com decência, decidir com ética e prestar contas a quem confiou essa responsabilidade.
A confiança não se pede. Constrói-se com presença, respeito, verdade, explicação e prestação de contas.
Porquê o PCD?
Esta candidatura é apresentada por Luisélio Salvaterra Pinto, candidato independente pelo círculo Europa, integrado na lista apresentada pelo PCD.
Não sou militante do PCD e mantenho a minha autonomia política.
A integração na lista do PCD resultou de uma iniciativa minha, apresentada ao partido e aceite pelos seus órgãos.
Esta escolha reconhece o papel histórico do PCD e do Grupo de Reflexão na abertura democrática de São Tomé e Príncipe. Tem também, para mim, uma dimensão pessoal e familiar, ligada à memória da minha mãe e à história dos meus pais.
Esta parceria permite-me participar nas eleições preservando a minha autonomia e os princípios que orientam a minha intervenção política.
A Nova Democracia é a corrente de pensamento cujos princípios orientam essa intervenção.
Manifesto
Quero contribuir para um São Tomé e Príncipe onde os cidadãos tenham mais capacidade de participar, as instituições sejam mais fortes do que as pessoas que temporariamente as governam e a política volte a significar responsabilidade, decência e prestação de contas.
Um país capaz de progredir exige colocar o interesse nacional acima dos interesses pessoais, partidários ou de grupo; ouvir antes de decidir; explicar as escolhas feitas; e criar condições para que permanecer, regressar ou contribuir a partir da diáspora sejam opções reais de construção do futuro.
Levar os problemas da diáspora às instituições e dar conta do que foi feito.
Tornar documentação, apoio consular e relação com o Estado mais simples e próxima.
Facilitar participação, conhecimento, investimento e regresso.
Esta candidatura constrói-se com a participação de quem vive fora.
Ideias, propostas e temas prioritários para a diáspora. Por WhatsApp ou email.
Enviar por WhatsAppFale com a sua comunidade e ajude a chegar a mais eleitores da diáspora.
Quero ajudar
Identificador digital de apoio
Descarregue esta peça e mostre o seu apoio — publique nas redes, use como foto de perfil ou coloque no seu story.
Cartão de apoiante e selo/avatar serão disponibilizados em breve.
Esta candidatura assume a transparência como compromisso desde o início.
O orçamento inicial estimado da campanha é de aproximadamente €2.000, privilegiando uma estrutura simples, forte presença digital e utilização prudente dos recursos.
A campanha é, nesta fase, financiada através de fundos próprios do candidato, podendo igualmente receber apoios legalmente admissíveis, devidamente registados.
As estimativas serão actualizadas sempre que necessário e, no encerramento da campanha, será publicado um balanço dos recursos utilizados e das despesas efectivamente realizadas.
Os valores são estimativas iniciais e podem ser actualizados.
Fundos próprios de Luisélio Salvaterra Pinto constituem a fonte actualmente conhecida de financiamento da campanha.
A candidatura poderá igualmente aceitar apoios legalmente admissíveis, devidamente registados e sujeitos a prestação de contas.
No encerramento da campanha será publicado aqui:
Informação preliminar. Lista sujeita a confirmação pela Comissão Eleitoral Nacional — foram identificadas divergências entre versões do recenseamento. Confirme a sua mesa nos canais oficiais antes de votar.
| Local da mesa | Código da mesa |
|---|---|
| Portugal | |
| Centro Cultural da Quinta do Mocho | PO-01 A–E |
| Câmara da Amadora | PO-02 A–E |
| Apelação | PO-03 A–C |
| Embaixada de São Tomé e Príncipe — Lisboa | PO-04 A, B |
| Laranjeiro | PO-05 A, B |
| Amora | PO-06 A–D |
| Barreiro | PO-07 A, B |
| Porto | PO-08 A, B · PO-14 A |
| Aveiro | PO-09 A |
| Viana do Castelo | PO-10 A |
| Idanha-a-Nova | PO-11 A |
| Leiria | PO-12 A |
| Nazaré | PO-13 A |
| Coimbra | PO-15 A |
| Reino Unido | |
| Seven Sisters (Londres) | UK-01 A · UK-02 A · UK-04 A |
| Camberwell (Londres) | UK-03 A |
| Ipswich | UK-05 A · UK-06 A · UK-07 A |
| Birmingham | UK-08 A |
| Manchester | UK-09 A · UK-12 A |
| Leeds | UK-10 A |
| França | |
| Consulado — Paris | FR-01 A |
| Nice | FR-06 A |
| Bélgica | |
| Embaixada — Bruxelas | BE-01 A |
| Luxemburgo | |
| Espaço do Sr. Rider Lisboa — Luxemburgo | LU-01 A |